Essa um colega de trabalho me contou:
Ele estava numa pracinha com a filha de 3 anos e comprou um picolé para a filha.
Nisso uma coleguinha da menina que estava perto, falou para a mãe:
- O pai da Mariana sempre compra sorvete para ela.
A mãe, completamente sem noção, respondeu
- Quer dizer que se a Mariana for comer merda tu vai querer comer também?
É muita estupidez para uma mãe!
Ela tinha mil maneiras de dizer para a filha que não ia dar um sorvete.
Podia dizer "mamãe está sem dinheiro" ou "já está quase na hora da janta" ou qualquer outra coisa.
Tudo bem que as pessoas as vezes perdem a paciência, mas se é para ser estúpida desse jeito, para que ter filhos?
Bem vindo ao agatetepê do Fernando F. Textos e ideias jogadas ao vento. Leia, pense, comente, opine...
sábado, 9 de abril de 2011
domingo, 27 de março de 2011
Samba-enredo do AC/DC!
Numa dessas dicussões intermináveis sobre música falaram do Roberto Carlos ser homenageado por uma escola de sambra e o amigo Salas sugeriu um desfile com o AC/DC
Falou:
"imagina só um desfile AC/DC.....abra alas de Highway to Hell..... O carro Hells Bells....... A Rosie de rainha da bateria....os canhões do For Those na própria bateria....O BallBreaker como último carro destruindo a Sapucai....."
Seguindo essa linha de raciocínio, escrevi o tal do "Samba-enredo do AC/DC":
Aí vai (lembrem que é para cantar como samba-enredo!)
"Hoje na avenida
Os sinos do inferno vão dobrar
Do mundo do rock pesado
Os reis vamos homenagear
For those about to rock
Se você que sangue você vai tê
Na auto-estrada pro inferno
contamos a história do acedecê
Foi lá longe na Austrália
Onde tudo começou
os irmãos Young e o Bom Scotti
Se juntaram e o rock rolou
Com alta voltagem
Sou TNT, sou dinamite
Esse é o rock na avenida
E isso é muito bom, acredite!
Depois de muita cachaça
Bom Scotti com o demonio foi ter
Chamaram o Braian Jonsô
De volta de preto pra derreter
For those about to rock
Se você que sangue você vai tê
Na auto-estrada pro inferno
Contamos a história do acedecê"
Falou:
"imagina só um desfile AC/DC.....abra alas de Highway to Hell..... O carro Hells Bells....... A Rosie de rainha da bateria....os canhões do For Those na própria bateria....O BallBreaker como último carro destruindo a Sapucai....."
Seguindo essa linha de raciocínio, escrevi o tal do "Samba-enredo do AC/DC":
Aí vai (lembrem que é para cantar como samba-enredo!)
"Hoje na avenida
Os sinos do inferno vão dobrar
Do mundo do rock pesado
Os reis vamos homenagear
For those about to rock
Se você que sangue você vai tê
Na auto-estrada pro inferno
contamos a história do acedecê
Foi lá longe na Austrália
Onde tudo começou
os irmãos Young e o Bom Scotti
Se juntaram e o rock rolou
Com alta voltagem
Sou TNT, sou dinamite
Esse é o rock na avenida
E isso é muito bom, acredite!
Depois de muita cachaça
Bom Scotti com o demonio foi ter
Chamaram o Braian Jonsô
De volta de preto pra derreter
For those about to rock
Se você que sangue você vai tê
Na auto-estrada pro inferno
Contamos a história do acedecê"
sábado, 16 de outubro de 2010
The best of us can find happiness in misery
I don't care what you think as long as it's about me
The best of us can find happiness in misery
I don`t care - Fall Out Boy
Eu sei que a banda é meio EMO, mas o essa frase "The best of us can find happiness in misery" é muito boa!
Algo como: o melhor de nós pode achar felicidade na miséria.
Find happiness in misery pode ter várias interpretações:
Como aquela flor que nasce no lixo.
Ou como as sacanagens que o pessoal da banda apronta no vídeo.
Ou tentar se aproveitar da ignorância alheia, tirando proveito de uma má atitude.
Ou a Schadenfreude, o sentimento de alegria ou prazer pelo sofrimento ou infelicidade dos outros.
Assim como no ditado popular: Schadenfreude ist die schönste Freude, denn sie kommt von Herzen - Schadenfreude é a alegria mais bela, já que vem do coração.
Ou quem sente prazer em uma relação sadomasoquista.
Ou até coisas como o abuso de drogas ou de álcool, nesse caso a miséria é a própria miséria.
Além disso, o vídeo também tem coisas muito legais como o Gilby Clark dos Guns`n`Roses falando mal dos Emos e no final se transformando na Sarah Palin, que é o Indio da Costa dos americanos...
The best of us can find happiness in misery
I don`t care - Fall Out Boy
Eu sei que a banda é meio EMO, mas o essa frase "The best of us can find happiness in misery" é muito boa!
Algo como: o melhor de nós pode achar felicidade na miséria.
Find happiness in misery pode ter várias interpretações:
Como aquela flor que nasce no lixo.
Ou como as sacanagens que o pessoal da banda apronta no vídeo.
Ou tentar se aproveitar da ignorância alheia, tirando proveito de uma má atitude.
Ou a Schadenfreude, o sentimento de alegria ou prazer pelo sofrimento ou infelicidade dos outros.
Assim como no ditado popular: Schadenfreude ist die schönste Freude, denn sie kommt von Herzen - Schadenfreude é a alegria mais bela, já que vem do coração.
Ou quem sente prazer em uma relação sadomasoquista.
Ou até coisas como o abuso de drogas ou de álcool, nesse caso a miséria é a própria miséria.
Além disso, o vídeo também tem coisas muito legais como o Gilby Clark dos Guns`n`Roses falando mal dos Emos e no final se transformando na Sarah Palin, que é o Indio da Costa dos americanos...
Eu não vim até aqui pra desistir agora...
Essa é dedicada a todo mundo que não veio até aqui pra desistir agora!
Eu não vim até aqui pra desistir agora, entendo você se quiser ir embora!
Eu não vim até aqui pra desistir agora, entendo você se quiser ir embora!
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Considerações a respeito da paternidade
Este blog tem estado parado.
Mas tem estado parado por um bom motivo.
É que eu tenho vivido as emoções e todo trabalho resultante da paternidade.
Acreditem, ser pai cansa.
Eu sei, eu sei, ser mãe cansa muito, muito mais.
De qualquer forma estes primeiros momentos me fizeram fazer uma reflexão, que vou partilhar com vocês logo abaixo:
Muita gente diz que quando se tem filhos, é como se a gente voltasse a reviver a nossa vida de novo outra vez.
Algo assim:
Quando os filhos vão fazer o vestibular, os pais acompanham junto, lembram do seu tempo do vestibular, etc. O mesmo vale também para o primeiro emprego dos filhos.
Antes, quando os filhos tem suas dúvidas e rebeldias da adolescência, os pais lembram do seu tempo e das suas dúvidas e angústias que pareciam que nunca iam passar e de como tudo aquilo hoje não tem mais a menor importância. Enfrentam também o desafio de TER que ser caretas, esquecendo das drogas que usaram e de quanto beberam quando foram adolescentes. Poderiam ensinar como foi com as primeiras namoradas ou namorados. Nesse caso, acho que hoje em dia talvez até aprendam com os filhos...
Continuando, antes, quando menores os filhos, os pais podem lembrar como era brincar e brincar junto com os filhos. E ajudar no tema* da escola e lembrar os filhos de que devem fazer o tema* antes e brincar depois, ainda que quando fossem crianças ficassem remanchando a tarde inteira para terminar o tal tema* só às nove da noite depois da janta.
A assim vai, os pais vão revivendo tudo, a primeira viagem, o primeira volta de bicicleta, a primeira volta de bicicleta sem rodinhas, o primeiro beijo, a primeira pedra no caminho, o primeiro gol, o primeira briga, o primeiro trago, a primeira perda, o primeiro ganho, o primeiro show, o primeiro contato com a morte, o primeiro carro, a primeira ida para praia, o primeira festa, os primeiros etc e etc.
Mas isso todo mundo já sabia.
O que eu descobri e queria compartilhar é que essa identificação já acontece nos primeiros dias que os pais chegam em casa com o bebê.
E como se vivessemos num mundo e de repente, de uma hora para outra nos jogassem num mundo diferente. Exatamente como deve ser o nascimento para o bebê!
É tudo tão novo, são tantas dúvidas, tanto trabalho, tanta coisa pra aprender, tanta coisa pra fazer, tantas atividades que parecem tão fáceis antes e na hora são tão complicadas que os pais ficam atordoados e já não conseguem comer direito, não conseguem dormir direito, não descansam e correm correm de um lado para o outro sem saber como dar conta de tudo.
Nesses momentos dá vontade de chorar!
Chorar pra pedir comida - por favor alguém me traga um almoço, já são 4 da tarde!
Chorar para dormir - já nem sei mais o que é dormir mais do que duas horas sem acordar!
Chorar pra fazer barulho pra cabeça parar de pensar.
Chorar porque quero ir no banheiro e não consigo.
Chorar, chorar, chorar.
Claro que gente é gente grande e não chora.
Mas dá vontade...
Ah, nesses primeiros dias, tudo o que a gente queria era só um colinho e um berço quentinho pra poder descansar.
* explicando pros não gaúchos, tema = dever de casa, ou em bom português: homework.
PS: a maioria das repetições e pleonasmos no texto acima foram feitas de propósito. Ou não?
Mas tem estado parado por um bom motivo.
É que eu tenho vivido as emoções e todo trabalho resultante da paternidade.
Acreditem, ser pai cansa.
Eu sei, eu sei, ser mãe cansa muito, muito mais.
De qualquer forma estes primeiros momentos me fizeram fazer uma reflexão, que vou partilhar com vocês logo abaixo:
Muita gente diz que quando se tem filhos, é como se a gente voltasse a reviver a nossa vida de novo outra vez.
Algo assim:
Quando os filhos vão fazer o vestibular, os pais acompanham junto, lembram do seu tempo do vestibular, etc. O mesmo vale também para o primeiro emprego dos filhos.
Antes, quando os filhos tem suas dúvidas e rebeldias da adolescência, os pais lembram do seu tempo e das suas dúvidas e angústias que pareciam que nunca iam passar e de como tudo aquilo hoje não tem mais a menor importância. Enfrentam também o desafio de TER que ser caretas, esquecendo das drogas que usaram e de quanto beberam quando foram adolescentes. Poderiam ensinar como foi com as primeiras namoradas ou namorados. Nesse caso, acho que hoje em dia talvez até aprendam com os filhos...
Continuando, antes, quando menores os filhos, os pais podem lembrar como era brincar e brincar junto com os filhos. E ajudar no tema* da escola e lembrar os filhos de que devem fazer o tema* antes e brincar depois, ainda que quando fossem crianças ficassem remanchando a tarde inteira para terminar o tal tema* só às nove da noite depois da janta.
A assim vai, os pais vão revivendo tudo, a primeira viagem, o primeira volta de bicicleta, a primeira volta de bicicleta sem rodinhas, o primeiro beijo, a primeira pedra no caminho, o primeiro gol, o primeira briga, o primeiro trago, a primeira perda, o primeiro ganho, o primeiro show, o primeiro contato com a morte, o primeiro carro, a primeira ida para praia, o primeira festa, os primeiros etc e etc.
Mas isso todo mundo já sabia.
O que eu descobri e queria compartilhar é que essa identificação já acontece nos primeiros dias que os pais chegam em casa com o bebê.
E como se vivessemos num mundo e de repente, de uma hora para outra nos jogassem num mundo diferente. Exatamente como deve ser o nascimento para o bebê!
É tudo tão novo, são tantas dúvidas, tanto trabalho, tanta coisa pra aprender, tanta coisa pra fazer, tantas atividades que parecem tão fáceis antes e na hora são tão complicadas que os pais ficam atordoados e já não conseguem comer direito, não conseguem dormir direito, não descansam e correm correm de um lado para o outro sem saber como dar conta de tudo.
Nesses momentos dá vontade de chorar!
Chorar pra pedir comida - por favor alguém me traga um almoço, já são 4 da tarde!
Chorar para dormir - já nem sei mais o que é dormir mais do que duas horas sem acordar!
Chorar pra fazer barulho pra cabeça parar de pensar.
Chorar porque quero ir no banheiro e não consigo.
Chorar, chorar, chorar.
Claro que gente é gente grande e não chora.
Mas dá vontade...
Ah, nesses primeiros dias, tudo o que a gente queria era só um colinho e um berço quentinho pra poder descansar.
* explicando pros não gaúchos, tema = dever de casa, ou em bom português: homework.
PS: a maioria das repetições e pleonasmos no texto acima foram feitas de propósito. Ou não?
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Por cima de um muro de hipocrisia 2.
Falando sobre essa "polemica" do casamento gay, que foi aprovado na Argentina, vale lembrar que a ILSTM seria totalmente favorável.
Afinal de contas, um dos pilares da ILSTM é "considerar justa toda forma de amor". Se toda forma de amor é justa, ou seja, correta, adequada, não podemos ser contra o casamento gay.
E falando nessa coisa gay, e na mania que alguns grupos, principalmente religiosos, têm de falar em curar o homosexualismo, vou postar abaixo um video que satiriza essa situação, mostrando exatamente como seria o contrário.
Quando invertemos uma dessas situações, nos damos conta de quão absurdo um preconceito pode ser.
A dica do vídeo eu copiei do Blog do Sakamoto.
E os preceitos e orientações da ILSTM são obtidos sempre através da interpretação das Escrituras Sagradas. No caso da ILSTM, as Escrituras Sagradas são obviamente as letras das canções cantadas pelo profeta Lulu Santos.
Afinal de contas, um dos pilares da ILSTM é "considerar justa toda forma de amor". Se toda forma de amor é justa, ou seja, correta, adequada, não podemos ser contra o casamento gay.
E falando nessa coisa gay, e na mania que alguns grupos, principalmente religiosos, têm de falar em curar o homosexualismo, vou postar abaixo um video que satiriza essa situação, mostrando exatamente como seria o contrário.
Quando invertemos uma dessas situações, nos damos conta de quão absurdo um preconceito pode ser.
A dica do vídeo eu copiei do Blog do Sakamoto.
E os preceitos e orientações da ILSTM são obtidos sempre através da interpretação das Escrituras Sagradas. No caso da ILSTM, as Escrituras Sagradas são obviamente as letras das canções cantadas pelo profeta Lulu Santos.
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