Nestes tempos intolerantes fica no ar uma pergunta:
Por quê:
Se um muçulmano comete um atentado e mata alguém é chamado de "terrorista".
Se um dos nossos comete um atentado e mata um monte de gente é chamado de "atirador" ou de "louco".
Se um governante de um país não amigo ou que contraria nossos interesses se perpetua no poder, é chamado de "ditador".
Se um governante de um país amigo ou alinhado com nossos interesses se perpetua no poder, mesmo que não tenha sido eleito legitimamente, mesmo que oprima a maior parte da sua população, ainda assim ele é chamado de "presidente", "soberano" ou "rei".
Bem vindo ao agatetepê do Fernando F. Textos e ideias jogadas ao vento. Leia, pense, comente, opine...
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segunda-feira, 1 de agosto de 2011
sábado, 16 de outubro de 2010
The best of us can find happiness in misery
I don't care what you think as long as it's about me
The best of us can find happiness in misery
I don`t care - Fall Out Boy
Eu sei que a banda é meio EMO, mas o essa frase "The best of us can find happiness in misery" é muito boa!
Algo como: o melhor de nós pode achar felicidade na miséria.
Find happiness in misery pode ter várias interpretações:
Como aquela flor que nasce no lixo.
Ou como as sacanagens que o pessoal da banda apronta no vídeo.
Ou tentar se aproveitar da ignorância alheia, tirando proveito de uma má atitude.
Ou a Schadenfreude, o sentimento de alegria ou prazer pelo sofrimento ou infelicidade dos outros.
Assim como no ditado popular: Schadenfreude ist die schönste Freude, denn sie kommt von Herzen - Schadenfreude é a alegria mais bela, já que vem do coração.
Ou quem sente prazer em uma relação sadomasoquista.
Ou até coisas como o abuso de drogas ou de álcool, nesse caso a miséria é a própria miséria.
Além disso, o vídeo também tem coisas muito legais como o Gilby Clark dos Guns`n`Roses falando mal dos Emos e no final se transformando na Sarah Palin, que é o Indio da Costa dos americanos...
The best of us can find happiness in misery
I don`t care - Fall Out Boy
Eu sei que a banda é meio EMO, mas o essa frase "The best of us can find happiness in misery" é muito boa!
Algo como: o melhor de nós pode achar felicidade na miséria.
Find happiness in misery pode ter várias interpretações:
Como aquela flor que nasce no lixo.
Ou como as sacanagens que o pessoal da banda apronta no vídeo.
Ou tentar se aproveitar da ignorância alheia, tirando proveito de uma má atitude.
Ou a Schadenfreude, o sentimento de alegria ou prazer pelo sofrimento ou infelicidade dos outros.
Assim como no ditado popular: Schadenfreude ist die schönste Freude, denn sie kommt von Herzen - Schadenfreude é a alegria mais bela, já que vem do coração.
Ou quem sente prazer em uma relação sadomasoquista.
Ou até coisas como o abuso de drogas ou de álcool, nesse caso a miséria é a própria miséria.
Além disso, o vídeo também tem coisas muito legais como o Gilby Clark dos Guns`n`Roses falando mal dos Emos e no final se transformando na Sarah Palin, que é o Indio da Costa dos americanos...
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Por cima de um muro de hipocrisia 2.
Falando sobre essa "polemica" do casamento gay, que foi aprovado na Argentina, vale lembrar que a ILSTM seria totalmente favorável.
Afinal de contas, um dos pilares da ILSTM é "considerar justa toda forma de amor". Se toda forma de amor é justa, ou seja, correta, adequada, não podemos ser contra o casamento gay.
E falando nessa coisa gay, e na mania que alguns grupos, principalmente religiosos, têm de falar em curar o homosexualismo, vou postar abaixo um video que satiriza essa situação, mostrando exatamente como seria o contrário.
Quando invertemos uma dessas situações, nos damos conta de quão absurdo um preconceito pode ser.
A dica do vídeo eu copiei do Blog do Sakamoto.
E os preceitos e orientações da ILSTM são obtidos sempre através da interpretação das Escrituras Sagradas. No caso da ILSTM, as Escrituras Sagradas são obviamente as letras das canções cantadas pelo profeta Lulu Santos.
Afinal de contas, um dos pilares da ILSTM é "considerar justa toda forma de amor". Se toda forma de amor é justa, ou seja, correta, adequada, não podemos ser contra o casamento gay.
E falando nessa coisa gay, e na mania que alguns grupos, principalmente religiosos, têm de falar em curar o homosexualismo, vou postar abaixo um video que satiriza essa situação, mostrando exatamente como seria o contrário.
Quando invertemos uma dessas situações, nos damos conta de quão absurdo um preconceito pode ser.
A dica do vídeo eu copiei do Blog do Sakamoto.
E os preceitos e orientações da ILSTM são obtidos sempre através da interpretação das Escrituras Sagradas. No caso da ILSTM, as Escrituras Sagradas são obviamente as letras das canções cantadas pelo profeta Lulu Santos.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Por cima de um muro de hipocrisia
Este post é para falar sobre o talvez "maior filósofo vivo da língua portuguesa"* o cantor, guitarrista e compositor Lulu Santos.
Uma vez Lulu cantou “as vezes eu me sinto uma mola encolhida”.
Afinal de contas, quem, principalmente nesses dias chuvosos, tristes, nunca se sentiu “uma mola encolhida”?
Dizer que está de baixo astral, triste, deprê, qualquer um diz.
Mas se sentir uma “mola encolhida” é muito mais que isso. É um amplo aspecto muito mais completo, uma mistura de sentimentos de tristeza, impotência, angústia, força contida até mesmo solidão que a analogia “mola encolhida” traz e que poucas outras expressões conseguem compreender.
Lulu Santos consegue como poucos captar o Zeitgeist, ou seja o espírito do nosso tempo com palavras e analogias fantásticas.
Frases e expressões como “Não leve o personagem pra cama, pode acabar sendo fatal”, "tomar o mundo feito coca-cola", considerar “justa toda forma de amor” e “as vezes eu me sinto uma mola encolhida” são clássicos da filosofia moderna.
Mas vamos agora passar à análise do Mito Fundador da escola de pensamento lulusantiana (ou seria melhor lulusantista?) a profética “Tempos Modernos”.
É uma letra que traz em seu bojo todo um arcabouço teórico-filosófico-revolucionário, tão grande que seria suficiente para fundar além de uma escola filosófica até mesmo uma religião.
Esta seria a Igreja Lulu-Santista dos Tempos Modernos (ILSTM).
O conteúdo de “Tempos Modernos” vai no cerne exato em que uma religião deve se basear.
As religiões deveriam fazer as pessoas viverem melhor. Nunca semear a discórdia, o preconceito e o ódio, como quase todas religiões acabam por fazer.
Religiões deveriam apenas propagar o mais nobre dos sentimentos, o Amor.
Então vamos, juntos entoar este louvor:
Tempos Modernos
Composição: Lulu Santos
Eu vejo a vida
Melhor no futuro (esperança, a base de toda religião)
Eu vejo isso
Por cima de um muro
De hipocrisia
Que insiste
Em nos rodear...(falou tudo, chega de hipocrisia e preconceito)
Eu vejo a vida
Mais clara e farta
Repleta de toda
Satisfação
Que se tem direito
Do firmamento ao chão... (esperança, fartura, satisfação e alegria no céu e na terra)
Eu quero crer
No amor numa boa (amor, a base de tudo)
Que isso valha
Pra qualquer pessoa
Que realizar**, a força
Que tem uma paixão... (amor, para todos, isso é o fundamento da ILSTM)
Eu vejo um novo
Começo de era (esperança)
De gente fina
Elegante e sincera (os seguidores da ILSTM)
Com habilidade
Pra dizer mais sim
Do que não, não, não...(acabar com a hipocrisia e espalhar o amor só depende de nós)
Hoje o tempo voa amor
Escorre pelas mãos
Mesmo sem se sentir
Não há tempo
Que volte amor
Vamos viver tudo
Que há pra viver
Vamos nos permitir... (A mensagem final: vamos amar e fazer um mundo melhor, agora, não há tempo a perder. Não há tempo que volte, amor. Vamos viver tudo que há para viver. Vamos nos permitir!!!!)
* Segundo a minha definição
** Neste ponto chegamos à um ápice do poder revolucionario da obra lulusantiana. Além da revolução filosofica, religiosa e comportamental evidentes aqui surge também uma nova revolução. Uma revolução linguística. Quando Lulu Santos usa realizar no sentido do inglês "To Realize", no sentido de "se dar conta de" está provocando uma revolução linguistica. Mais do que isso, está promovendo a união dos povos latinos com os povos anglo saxões. É muito, muito mais do que muitos filosofos jamais ousaram pensar em fazer.
Ou será que Lulu queria dizer realizar no sentido de tornar real? Neste caso "qualquer pessoa" estaria tornando "a força que tem uma paixão" em algo real, palpável. Assim, neste caso teríamos a força revolucionária de uma paixão, do amor, realmente mudando o mundo. That's The Power of Love.
Uma vez Lulu cantou “as vezes eu me sinto uma mola encolhida”.
Afinal de contas, quem, principalmente nesses dias chuvosos, tristes, nunca se sentiu “uma mola encolhida”?
Dizer que está de baixo astral, triste, deprê, qualquer um diz.
Mas se sentir uma “mola encolhida” é muito mais que isso. É um amplo aspecto muito mais completo, uma mistura de sentimentos de tristeza, impotência, angústia, força contida até mesmo solidão que a analogia “mola encolhida” traz e que poucas outras expressões conseguem compreender.
Lulu Santos consegue como poucos captar o Zeitgeist, ou seja o espírito do nosso tempo com palavras e analogias fantásticas.
Frases e expressões como “Não leve o personagem pra cama, pode acabar sendo fatal”, "tomar o mundo feito coca-cola", considerar “justa toda forma de amor” e “as vezes eu me sinto uma mola encolhida” são clássicos da filosofia moderna.
Mas vamos agora passar à análise do Mito Fundador da escola de pensamento lulusantiana (ou seria melhor lulusantista?) a profética “Tempos Modernos”.
É uma letra que traz em seu bojo todo um arcabouço teórico-filosófico-revolucionário, tão grande que seria suficiente para fundar além de uma escola filosófica até mesmo uma religião.
Esta seria a Igreja Lulu-Santista dos Tempos Modernos (ILSTM).
O conteúdo de “Tempos Modernos” vai no cerne exato em que uma religião deve se basear.
As religiões deveriam fazer as pessoas viverem melhor. Nunca semear a discórdia, o preconceito e o ódio, como quase todas religiões acabam por fazer.
Religiões deveriam apenas propagar o mais nobre dos sentimentos, o Amor.
Então vamos, juntos entoar este louvor:
Tempos Modernos
Composição: Lulu Santos
Eu vejo a vida
Melhor no futuro (esperança, a base de toda religião)
Eu vejo isso
Por cima de um muro
De hipocrisia
Que insiste
Em nos rodear...(falou tudo, chega de hipocrisia e preconceito)
Eu vejo a vida
Mais clara e farta
Repleta de toda
Satisfação
Que se tem direito
Do firmamento ao chão... (esperança, fartura, satisfação e alegria no céu e na terra)
Eu quero crer
No amor numa boa (amor, a base de tudo)
Que isso valha
Pra qualquer pessoa
Que realizar**, a força
Que tem uma paixão... (amor, para todos, isso é o fundamento da ILSTM)
Eu vejo um novo
Começo de era (esperança)
De gente fina
Elegante e sincera (os seguidores da ILSTM)
Com habilidade
Pra dizer mais sim
Do que não, não, não...(acabar com a hipocrisia e espalhar o amor só depende de nós)
Hoje o tempo voa amor
Escorre pelas mãos
Mesmo sem se sentir
Não há tempo
Que volte amor
Vamos viver tudo
Que há pra viver
Vamos nos permitir... (A mensagem final: vamos amar e fazer um mundo melhor, agora, não há tempo a perder. Não há tempo que volte, amor. Vamos viver tudo que há para viver. Vamos nos permitir!!!!)
* Segundo a minha definição
** Neste ponto chegamos à um ápice do poder revolucionario da obra lulusantiana. Além da revolução filosofica, religiosa e comportamental evidentes aqui surge também uma nova revolução. Uma revolução linguística. Quando Lulu Santos usa realizar no sentido do inglês "To Realize", no sentido de "se dar conta de" está provocando uma revolução linguistica. Mais do que isso, está promovendo a união dos povos latinos com os povos anglo saxões. É muito, muito mais do que muitos filosofos jamais ousaram pensar em fazer.
Ou será que Lulu queria dizer realizar no sentido de tornar real? Neste caso "qualquer pessoa" estaria tornando "a força que tem uma paixão" em algo real, palpável. Assim, neste caso teríamos a força revolucionária de uma paixão, do amor, realmente mudando o mundo. That's The Power of Love.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Diferenças entre "nós" e a Europa
Uma discussão que se faz constantemente é uma comparação entre o "nós" - o Brasil, o RS, Porto Alegre - e o "primeiro mundo", os "países civilizados" e especialmente a Europa.
Lógico que a Europa está na frente de nós em muitos aspectos, não há o que discutir.
A dúvida é a seguinte: será que essa distância é maior ou menor hoje do que há 30, 40 anos atrás.
Eu acho essa distância hoje é maior.
Se por um lado as tecnologias, mídias e equipamentos (Internet, DVDs, TV por assinatura, cinema, computadores, etc.) são basicamente as mesmas e são lançadas simultaneamente nos dando a ilusão que nos aproximamos do "primeiro mundo", por outro lado eu sinto que nos afastamos cada vez mais do modo de vida "civilizado" no que tange ao respeito aos direitos do cidadão e da coletividade.
Assuntos como transporte coletivo, planejamento urbano, preservação do patrimônio histórico, preservação ambiental, coleta de lixo, tratamento de esgoto, manutenção de áreas verdes, economia solidária, educação e saúde públicas, passam muito longe das decisões dos agentes políticos. Principalmente nas cidades, onde afetam mais diretamente as pessoas que nelas vivem.
Para exemplificar reproduzo abaixo um trecho retirado de um texto do Conversa Afiada, do Paulo Henrique Amorim, que exemplifica um pouco o que estou querendo dizer:
(...)
O que me fez lembrar de um bom amigo, o Kai.
Kai é maratonista impecável, fundista da seleção olímpica da Alemanha.
E especialista em “energia renovável”.
Um dia, Kai veio a São Paulo vender projetos de energia eólica.
Encontramo-nos no “A Figueira”, em São Paulo, para que Kai pudesse destroçar uma picanha com fúria visigótica.
E Kai saiu-se com essa, num português obsceno: “Descobrrrrrrrrri a cidade mais corrrrrrrrrrrrupta do mundo”.
Qual é Kai ?, perguntei.
São Paulo, ele respondeu.
Por que você acha isso ? Você não sabe nada de São Paulo. Deixa essa arrogância germânica para lá.
Não, Paulo Henrrrrrrrrrrrrique. Hoje, pela prrrrrrrrrrimeira vez, eu pousei em São Paulo de dia, sem nuvens. E pude terrrrrrrrr uma ideia do volume de prrrrrrrrrrédios que a cidade tem. É uma murrrrrrrrrrralha de concreto, de 360 graus. E da falta absoluta de verrrrrrrrrrrrrrde.
E o que tem isso a ver com corrupção, Kai ?
Só numa cidade absolutamente corrrrrrrrrrrupta terrrrrrrrrria sido possível construir tantos prédios sem árrrrrrrrrrrrrrea verrrrrrrrrrrrrde.
Kai mora entre Berlim e Nova York.
Paulo Henrique Amorim
Lógico que a Europa está na frente de nós em muitos aspectos, não há o que discutir.
A dúvida é a seguinte: será que essa distância é maior ou menor hoje do que há 30, 40 anos atrás.
Eu acho essa distância hoje é maior.
Se por um lado as tecnologias, mídias e equipamentos (Internet, DVDs, TV por assinatura, cinema, computadores, etc.) são basicamente as mesmas e são lançadas simultaneamente nos dando a ilusão que nos aproximamos do "primeiro mundo", por outro lado eu sinto que nos afastamos cada vez mais do modo de vida "civilizado" no que tange ao respeito aos direitos do cidadão e da coletividade.
Assuntos como transporte coletivo, planejamento urbano, preservação do patrimônio histórico, preservação ambiental, coleta de lixo, tratamento de esgoto, manutenção de áreas verdes, economia solidária, educação e saúde públicas, passam muito longe das decisões dos agentes políticos. Principalmente nas cidades, onde afetam mais diretamente as pessoas que nelas vivem.
Para exemplificar reproduzo abaixo um trecho retirado de um texto do Conversa Afiada, do Paulo Henrique Amorim, que exemplifica um pouco o que estou querendo dizer:
(...)
O que me fez lembrar de um bom amigo, o Kai.
Kai é maratonista impecável, fundista da seleção olímpica da Alemanha.
E especialista em “energia renovável”.
Um dia, Kai veio a São Paulo vender projetos de energia eólica.
Encontramo-nos no “A Figueira”, em São Paulo, para que Kai pudesse destroçar uma picanha com fúria visigótica.
E Kai saiu-se com essa, num português obsceno: “Descobrrrrrrrrri a cidade mais corrrrrrrrrrrrupta do mundo”.
Qual é Kai ?, perguntei.
São Paulo, ele respondeu.
Por que você acha isso ? Você não sabe nada de São Paulo. Deixa essa arrogância germânica para lá.
Não, Paulo Henrrrrrrrrrrrrique. Hoje, pela prrrrrrrrrrimeira vez, eu pousei em São Paulo de dia, sem nuvens. E pude terrrrrrrrr uma ideia do volume de prrrrrrrrrrédios que a cidade tem. É uma murrrrrrrrrrralha de concreto, de 360 graus. E da falta absoluta de verrrrrrrrrrrrrrde.
E o que tem isso a ver com corrupção, Kai ?
Só numa cidade absolutamente corrrrrrrrrrrupta terrrrrrrrrria sido possível construir tantos prédios sem árrrrrrrrrrrrrrea verrrrrrrrrrrrrde.
Kai mora entre Berlim e Nova York.
Paulo Henrique Amorim
RS - Melhor em tudo!
Mais uma para a série, Rio Grande, melhor em tudo.
Copiado do RS Urgente, do Marco Weissheimer
RS, primeiro lugar em tudo

O Grupo SOMOS Comunicação, Saúde e Sexualidade espalhou diversos outdoors pelas ruas de Porto Alegre estampando a frase: RS 1° lugar em tudo e logo em seguida traz alguns dados dos recordes negativos, como a que afirma que Porto Alegre é a capital brasileira com o maior número de Aids por habitante do país.
O objetivo do grupo foi chamar a atenção da população, das autoridades e, principalmente, dos participantes do Fórum Social Mundial, para a má gestão da saúde no Estado e na Prefeitura de Porto Alegre, que tem contribuído para deixar o Rio Grande do Sul e Porto Alegre - com o maior número de casos por cada 100 mil habitantes.
Mesmo após a coletiva no SIMERS – Sindicato Médico do Rio Grande do Sul no último dia 11 de janeiro, onde foi deliberado o encaminhamento das denúncias ao Ministério Público Federal e Estadual, nada foi resolvido. Gustavo Bernardes, coordenador Geral do SOMOS tem recebido diariamente denúncias de diversas pessoas que vivem com aAds que tem ido procurar seus resultados de exames de carga viral e CD 4 feitos no LACEN e que os mesmos não estão sendo realizados no prazo previsto. “Tem pessoas vindo do interior do Estado buscar seus exames e eles não estão prontos e dizem que os exames feitos em dezembro terão que ser descartados e refeitos, causando enormes transtornos para população que vive com HIV/Aids”, afirma.
Sobram problemas na gestão Estadual e Municipal. No Estado a Política não tem nem coordenação e os recursos de prevenção para as ONGs estão parados desde 2008. No município o gestor não investe em prevenção e falta diálogo com a sociedade civil, denuncia ainda a entidade. Para monitorar e reunir as informações sobre o tema foi criado um blog http://www.rsprimeirolugaremtudo.blogspot.com
Copiado do RS Urgente, do Marco Weissheimer
RS, primeiro lugar em tudo

O Grupo SOMOS Comunicação, Saúde e Sexualidade espalhou diversos outdoors pelas ruas de Porto Alegre estampando a frase: RS 1° lugar em tudo e logo em seguida traz alguns dados dos recordes negativos, como a que afirma que Porto Alegre é a capital brasileira com o maior número de Aids por habitante do país.
O objetivo do grupo foi chamar a atenção da população, das autoridades e, principalmente, dos participantes do Fórum Social Mundial, para a má gestão da saúde no Estado e na Prefeitura de Porto Alegre, que tem contribuído para deixar o Rio Grande do Sul e Porto Alegre - com o maior número de casos por cada 100 mil habitantes.
Mesmo após a coletiva no SIMERS – Sindicato Médico do Rio Grande do Sul no último dia 11 de janeiro, onde foi deliberado o encaminhamento das denúncias ao Ministério Público Federal e Estadual, nada foi resolvido. Gustavo Bernardes, coordenador Geral do SOMOS tem recebido diariamente denúncias de diversas pessoas que vivem com aAds que tem ido procurar seus resultados de exames de carga viral e CD 4 feitos no LACEN e que os mesmos não estão sendo realizados no prazo previsto. “Tem pessoas vindo do interior do Estado buscar seus exames e eles não estão prontos e dizem que os exames feitos em dezembro terão que ser descartados e refeitos, causando enormes transtornos para população que vive com HIV/Aids”, afirma.
Sobram problemas na gestão Estadual e Municipal. No Estado a Política não tem nem coordenação e os recursos de prevenção para as ONGs estão parados desde 2008. No município o gestor não investe em prevenção e falta diálogo com a sociedade civil, denuncia ainda a entidade. Para monitorar e reunir as informações sobre o tema foi criado um blog http://www.rsprimeirolugaremtudo.blogspot.com
Xadrez
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
O jornalismo derrotado
(Um texto muito interessante, atual e pertinente)
Por Marcos Rolim (*)
A julgar pelos noticiários, um fantasma assola o Brasil: o Programa Nacional de Direitos Humanos em sua 3º versão (PNDH-III). Todas as potências da Santa Aliança unem-se contra ele: setores da mídia, políticos conservadores, o agronegócio, os militares e a cúpula da Igreja. Os críticos afirmam que o programa propõe a “revisão da Lei de Anistia”, que é autoritário ao propor “controle sobre os meios de comunicação”, além de ser “contra o agronegócio”. Radicalizando, houve quem –fora dos manicômios - identificasse no texto disposição por uma “ditadura comunista”. É hora de denunciar esta farsa onde a desinformação se cruza com o preconceito e a manipulação política.
Auxiliei a redigir o texto final do Programa, juntamente com os professores Paulo Sérgio Pinheiro e Luiz Alberto Gomes de Souza. A parte que me coube foi a da Segurança Pública, mas participei de todos os debates. Assinalo, assim, que a 11ª Conferência Nacional de Direitos Humanos havia proposto uma “Comissão de Verdade e Justiça”; nome que traduzia a vontade de “investigar e punir” os responsáveis pelas violações durante a ditadura. O PNDH-III, entretanto, propôs uma “Comissão da Verdade”, porque prevaleceu o entendimento de que o decisivo é a recuperação das informações, ainda sonegadas, sobre as execuções e a tortura. O Programa não fala em “revisar a Lei da Anistia”; pelo contrário, afirma que a Comissão deve “Colaborar com todas as instâncias do Poder Público para a apuração de violações de Direitos Humanos, observadas as disposições da Lei nº 6.683, de 28 de agosto de 1979”. Para quem não sabe, a lei citada é a Lei de Anistia. A notícia, assim, era o afastamento da pretensão punitiva. O caminho escolhido, como se sabe, foi o oposto; o que não assinala informar mal, mas desinformar, simplesmente.
No mais, é interessante que os críticos nunca tenham se manifestado quando, no período do presidente Fernando Henrique Cardoso, propostas muito semelhantes foram apresentadas. Senão vejamos: no que diz respeito aos conflitos agrários, o PNDH-I (1996) já propunha “projeto de lei para tornar obrigatória a presença no local, do juiz ou do Ministério Público, no cumprimento de mandado de manutenção ou reintegração de posse de terras, quando houver pluralidade de réus, para prevenir conflitos violentos no campo, ouvido também o INCRA”. O PNDH-II, seis anos depois, repetiu a proposta. Qual a novidade, neste particular, do PNDH-III? Apenas a idéia de mediação dos conflitos; prática que tem sido usual e que seria institucionalizada por lei. A Senadora Kátia Abreu, então, pode ficar tranqüila. Se o governo apresentar o projeto, ela terá a chance de se posicionar contra a mediação de conflitos e exigir que o tema seja resolvido à bala, como convém a sua particular concepção de democracia.
Quanto à reação ao tal “ranking” de veículos comprometidos com os direitos humanos, o assombro é ainda maior, porque o primeiro PNDH trouxe a ideia de: “Promover o mapeamento dos programas de rádio e TV que estimulem a apologia do crime, da violência, da tortura, das discriminações, do racismo,(…) e da pena de morte, com vistas a (…) adotar as medidas legais pertinentes”. A mesma proposta foi repetida no PNDH-II. Assinale-se que o PNDH-II propôs, além disso: “Apoiar a instalação do Conselho de Comunicação Social, com o objetivo de garantir o controle democrático das concessões de rádio e TV (…) e coibir práticas contrárias aos direitos humanos” e “Garantir a fiscalização da programação das emissoras de rádio e TV, com vistas a assegurar o controle social (…) e a penalizar as empresas (…) que veicularem programação ou publicidade atentatória aos direitos humanos”. Uau! Não são estas as armas dos inimigos da “liberdade de expressão”? Mas, se é assim, porque os críticos não identificaram o “ovo da serpente” na época?
Mais uma vez, ao invés de aprofundar o debate sobre as políticas públicas, a maior parte da mídia se deliciou com a reação vexatória dos militares, com o oportunismo da direita e com o medievalismo da Igreja e o fez às custas da informação, para não variar.
(*) Jornalista e sociólogo, professor da Cátedra de Direitos Humanos do IPA e consultor em segurança pública e direitos humanos. Ex-presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados.
Por Marcos Rolim (*)
A julgar pelos noticiários, um fantasma assola o Brasil: o Programa Nacional de Direitos Humanos em sua 3º versão (PNDH-III). Todas as potências da Santa Aliança unem-se contra ele: setores da mídia, políticos conservadores, o agronegócio, os militares e a cúpula da Igreja. Os críticos afirmam que o programa propõe a “revisão da Lei de Anistia”, que é autoritário ao propor “controle sobre os meios de comunicação”, além de ser “contra o agronegócio”. Radicalizando, houve quem –fora dos manicômios - identificasse no texto disposição por uma “ditadura comunista”. É hora de denunciar esta farsa onde a desinformação se cruza com o preconceito e a manipulação política.
Auxiliei a redigir o texto final do Programa, juntamente com os professores Paulo Sérgio Pinheiro e Luiz Alberto Gomes de Souza. A parte que me coube foi a da Segurança Pública, mas participei de todos os debates. Assinalo, assim, que a 11ª Conferência Nacional de Direitos Humanos havia proposto uma “Comissão de Verdade e Justiça”; nome que traduzia a vontade de “investigar e punir” os responsáveis pelas violações durante a ditadura. O PNDH-III, entretanto, propôs uma “Comissão da Verdade”, porque prevaleceu o entendimento de que o decisivo é a recuperação das informações, ainda sonegadas, sobre as execuções e a tortura. O Programa não fala em “revisar a Lei da Anistia”; pelo contrário, afirma que a Comissão deve “Colaborar com todas as instâncias do Poder Público para a apuração de violações de Direitos Humanos, observadas as disposições da Lei nº 6.683, de 28 de agosto de 1979”. Para quem não sabe, a lei citada é a Lei de Anistia. A notícia, assim, era o afastamento da pretensão punitiva. O caminho escolhido, como se sabe, foi o oposto; o que não assinala informar mal, mas desinformar, simplesmente.
No mais, é interessante que os críticos nunca tenham se manifestado quando, no período do presidente Fernando Henrique Cardoso, propostas muito semelhantes foram apresentadas. Senão vejamos: no que diz respeito aos conflitos agrários, o PNDH-I (1996) já propunha “projeto de lei para tornar obrigatória a presença no local, do juiz ou do Ministério Público, no cumprimento de mandado de manutenção ou reintegração de posse de terras, quando houver pluralidade de réus, para prevenir conflitos violentos no campo, ouvido também o INCRA”. O PNDH-II, seis anos depois, repetiu a proposta. Qual a novidade, neste particular, do PNDH-III? Apenas a idéia de mediação dos conflitos; prática que tem sido usual e que seria institucionalizada por lei. A Senadora Kátia Abreu, então, pode ficar tranqüila. Se o governo apresentar o projeto, ela terá a chance de se posicionar contra a mediação de conflitos e exigir que o tema seja resolvido à bala, como convém a sua particular concepção de democracia.
Quanto à reação ao tal “ranking” de veículos comprometidos com os direitos humanos, o assombro é ainda maior, porque o primeiro PNDH trouxe a ideia de: “Promover o mapeamento dos programas de rádio e TV que estimulem a apologia do crime, da violência, da tortura, das discriminações, do racismo,(…) e da pena de morte, com vistas a (…) adotar as medidas legais pertinentes”. A mesma proposta foi repetida no PNDH-II. Assinale-se que o PNDH-II propôs, além disso: “Apoiar a instalação do Conselho de Comunicação Social, com o objetivo de garantir o controle democrático das concessões de rádio e TV (…) e coibir práticas contrárias aos direitos humanos” e “Garantir a fiscalização da programação das emissoras de rádio e TV, com vistas a assegurar o controle social (…) e a penalizar as empresas (…) que veicularem programação ou publicidade atentatória aos direitos humanos”. Uau! Não são estas as armas dos inimigos da “liberdade de expressão”? Mas, se é assim, porque os críticos não identificaram o “ovo da serpente” na época?
Mais uma vez, ao invés de aprofundar o debate sobre as políticas públicas, a maior parte da mídia se deliciou com a reação vexatória dos militares, com o oportunismo da direita e com o medievalismo da Igreja e o fez às custas da informação, para não variar.
(*) Jornalista e sociólogo, professor da Cátedra de Direitos Humanos do IPA e consultor em segurança pública e direitos humanos. Ex-presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados.
sábado, 12 de setembro de 2009
Grandes Realizações
Algo está errado quando um Governo usa um outdoor para anunciar a venda de um terreno.

Tudo bem que o terreno abandonado há anos seja vendido, mas precisa anunciar a venda em um outdoor?
Será que é falta de notícias boas para anunciar?
Isso é realmente coragem de fazer!
Coragem de fazer propaganda de atos irrelevantes.
Tudo bem que o terreno abandonado há anos seja vendido, mas precisa anunciar a venda em um outdoor?
Será que é falta de notícias boas para anunciar?
Isso é realmente coragem de fazer!
Coragem de fazer propaganda de atos irrelevantes.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
O Ano da França no Brasil
Paris, 2007


São Paulo, 2009


Nos dois casos, praticamente a mesma coisa.
A explosão de revolta da população de um bairro de pobres e imigrantes, diante de assassinatos perpetrados pela polícia.
Não estou de forma alguma defendendo os tais atos de "vandalismo", só exemplificando que tanto nos subúrbios de Paris como em Heliópolis, a situação é a mesma.
Poderia falar muito mais a respeito, mas vou tudo que eu poderia falar está dito e exemplificado na reportagem abaixo, do Paulo Henrique Amorim para o Domingo Espetacular. Assistam e tirem suas conclusões:


São Paulo, 2009


Nos dois casos, praticamente a mesma coisa.
A explosão de revolta da população de um bairro de pobres e imigrantes, diante de assassinatos perpetrados pela polícia.
Não estou de forma alguma defendendo os tais atos de "vandalismo", só exemplificando que tanto nos subúrbios de Paris como em Heliópolis, a situação é a mesma.
Poderia falar muito mais a respeito, mas vou tudo que eu poderia falar está dito e exemplificado na reportagem abaixo, do Paulo Henrique Amorim para o Domingo Espetacular. Assistam e tirem suas conclusões:
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
As vezes, tenho vergonha de ser gaúcho...
Fontes: Diario Gauche(1), Blog do Kayser(2) e Zero Hora(3):
Pedagogia do Churrasco & Chimarrão(1)
Epifania memorável!
Para mim foi uma revelação, uma epifania imorredoura conhecer, saber da existência desse sujeito notável chamado Gaúcho da Copa.
Como pude viver até a presente data sem conhecer tão nobre cavalheiro? Tão abnegado, tão culto e preocupado em socializar a cultura guasca pelo mundo afora? Como?
Não me perdôo por essa falha intelectual, praticamente, admito, uma falha de caráter. Não me perdôo.
O nobre guasca foi à África do Sul conscientizar os homens e mulheres daquele país sobre a importância da Copa Mundial de Futebol que lá se realizará, em breve. Edificante! Guapíssimo!
Suspeito que o Gaúcho da Copa tenha garantido o êxito total da Copa na África do Sul, quiçá mesmo do próprio futebol mundial, no século 21. De lambuja, promoveu a divulgação do nosso chucro torrão guasca em solo africano, da cultura fundante e maiúscula do churrasco & chimarrão. Inolvidável! Bravíssimo!
Parabéns, Gaúcho da Copa! O Rio Grande se agiganta mais e mais quando um filho seu exibe a nossa raça de valentia, destemor e retidão cívico-moral.
As nossas mais sinceras homenagens! Ouço clarinadas de regozijo, fanfarras de orgulho em minh'alma pacificada e feliz.
(Eu já sabia!)
Redator: Cristóvão Feil
Bom investimento(2)

Ocupante de cargo em comissão no governo, Gaúcho da Copa recebeu cerca de R$ 15 mil em diárias(3)
O Portal Transparência RS, lançado na terça-feira pelo poder público gaúcho, pela primeira vez mostra uma radiografia das despesas do Estado com diárias, revelando os campeões de gastos e curiosidades, como a viagem do Gaúcho da Copa para a África.
Clóvis Acosta Fernandes, ocupante de um cargo em comissão (CC) na Secretaria de Relações Institucionais, é o terceiro no ranking de despesas com diárias normais no Executivo gaúcho em 2009. Recebeu cerca de R$ 15 mil para acompanhar a Copa das Confederações na África do Sul de 9 a 30 de julho. Candidato não eleito a vereador pelo PMDB, Fernandes se tornou uma celebridade por participar de torneios de futebol fantasiado de gaúcho torcedor. A fama começou na Copa da Itália em 1990, quando ele estrategicamente passou a se posicionar ao lado de jogadores e personalidades.
Chefe do Gaúcho da Copa no Estado, o secretário Celso Bernardi afirmou ontem não ter responsabilidade sobre a viagem do servidor, uma vez que as diárias foram liberadas pela Casa Civil. Constrangido, disse desconhecer o roteiro de Fernandes no Exterior e afirmou que, na secretaria, o funcionário tem como função fazer a interlocução com prefeitos do PMDB. O chefe da Casa Civil, José Alberto Wenzel, explicou que o Gaúcho da Copa – que recebe salário de R$ 2.075 – é um “símbolo”, divulgador da cultura do Rio Grande do Sul. Segundo Wenzel, Fernandes foi recebido por autoridades e distribuiu material promocional do Estado.
– Essa viagem não foi um gasto, mas um investimento – afirmou o chefe da Casa Civil.
Pedagogia do Churrasco & Chimarrão(1)
Epifania memorável!
Para mim foi uma revelação, uma epifania imorredoura conhecer, saber da existência desse sujeito notável chamado Gaúcho da Copa.
Como pude viver até a presente data sem conhecer tão nobre cavalheiro? Tão abnegado, tão culto e preocupado em socializar a cultura guasca pelo mundo afora? Como?
Não me perdôo por essa falha intelectual, praticamente, admito, uma falha de caráter. Não me perdôo.
O nobre guasca foi à África do Sul conscientizar os homens e mulheres daquele país sobre a importância da Copa Mundial de Futebol que lá se realizará, em breve. Edificante! Guapíssimo!
Suspeito que o Gaúcho da Copa tenha garantido o êxito total da Copa na África do Sul, quiçá mesmo do próprio futebol mundial, no século 21. De lambuja, promoveu a divulgação do nosso chucro torrão guasca em solo africano, da cultura fundante e maiúscula do churrasco & chimarrão. Inolvidável! Bravíssimo!
Parabéns, Gaúcho da Copa! O Rio Grande se agiganta mais e mais quando um filho seu exibe a nossa raça de valentia, destemor e retidão cívico-moral.
As nossas mais sinceras homenagens! Ouço clarinadas de regozijo, fanfarras de orgulho em minh'alma pacificada e feliz.
(Eu já sabia!)
Redator: Cristóvão Feil
Bom investimento(2)

Ocupante de cargo em comissão no governo, Gaúcho da Copa recebeu cerca de R$ 15 mil em diárias(3)
O Portal Transparência RS, lançado na terça-feira pelo poder público gaúcho, pela primeira vez mostra uma radiografia das despesas do Estado com diárias, revelando os campeões de gastos e curiosidades, como a viagem do Gaúcho da Copa para a África.
Clóvis Acosta Fernandes, ocupante de um cargo em comissão (CC) na Secretaria de Relações Institucionais, é o terceiro no ranking de despesas com diárias normais no Executivo gaúcho em 2009. Recebeu cerca de R$ 15 mil para acompanhar a Copa das Confederações na África do Sul de 9 a 30 de julho. Candidato não eleito a vereador pelo PMDB, Fernandes se tornou uma celebridade por participar de torneios de futebol fantasiado de gaúcho torcedor. A fama começou na Copa da Itália em 1990, quando ele estrategicamente passou a se posicionar ao lado de jogadores e personalidades.
Chefe do Gaúcho da Copa no Estado, o secretário Celso Bernardi afirmou ontem não ter responsabilidade sobre a viagem do servidor, uma vez que as diárias foram liberadas pela Casa Civil. Constrangido, disse desconhecer o roteiro de Fernandes no Exterior e afirmou que, na secretaria, o funcionário tem como função fazer a interlocução com prefeitos do PMDB. O chefe da Casa Civil, José Alberto Wenzel, explicou que o Gaúcho da Copa – que recebe salário de R$ 2.075 – é um “símbolo”, divulgador da cultura do Rio Grande do Sul. Segundo Wenzel, Fernandes foi recebido por autoridades e distribuiu material promocional do Estado.
– Essa viagem não foi um gasto, mas um investimento – afirmou o chefe da Casa Civil.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Vídeo do Não.
Faz um tempo que não posto nada aqui no Blog.
Faltou inspiração, tive "Malwares" no computador, outras atividades e coisa e tal.
Voltando ao que interessa:
Aí está o vídeo que foi feito a partir da convocação para gritar não, de dois posta abaixo.
É dia 23. Vote NÃO.
Faltou inspiração, tive "Malwares" no computador, outras atividades e coisa e tal.
Voltando ao que interessa:
Aí está o vídeo que foi feito a partir da convocação para gritar não, de dois posta abaixo.
É dia 23. Vote NÃO.
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Grite NÃO!

Do Blog do Carlos Gerbase, da Casa de Cinema, uma convocação para Gritar Não!.
O Agatetepê também abraça essa idéia!
GRITE "NÃO!"
-->em 27 de julho de 2009 — Carlos Gerbase
-->em 27 de julho de 2009 — Carlos Gerbase
No próximo sábado, 1 de agosto, a partir das 15h, a Casa de Cinema de Porto Alegre estará gravado depoimentos para a campanha pelo NÃO na Consulta Popular que acontece no dia 23 de agosto. Para quem chegou agora de Marte: os porto-alegrenses vão decidir, pelo voto espontâneo, se será permitido construir residências no Pontal do Estaleiro Só. Mas o resultado dessa votação transcende aquela área. Simbolicamente está em jogo um modelo de cidade. Queremos viver entre um monte de arranha-céus, alguns deles tapando o pôr do sol no Guaíba, ou numa cidade razoavelmente horizontal, como determina o atual Plano Diretor?
Muitas ONGs e associações de moradores da nossa cidade já estão engajadas. A Casa de Cinema de Porto Alegre resolveu entrar nessa também. Sábado eu vou estar na Usina, acompanhado de algumas câmaras e microfones, pra gravar depoimentos pelo NÃO. Quem quiser argumentar que argumente (desde que consiga sintetizar tudo em quinze segundos). Quem quiser simplesmente gritar "NÃO!" também vai ganhar seus dois segundos de fama no Youtube e onde mais a gente conseguir colocar o vídeo editado. Algumas celebridades da cidade já confirmaram sua presença. Espero que os milhares de leitores deste blog também compareçam.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
O verdadeiro Forum da Liberdade
Está acontecendo em Porto Alegre, de 24 até 27 de junho, o 10º Fórum Internacional de Software Livre. Pelas idéias que defende, o FISL pode ser considerado o verdadeiro Fórum da Liberdade, diferente do outro forum que ocorre também em Porto Alegre e usa esse nome mas não busca tantas liberdades assim.
Mais informações em:
www.fisl.org.br
Mais informações em:
www.fisl.org.br
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